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sábado, 15 de maio de 2010

Evento: Feira de Artesanato e Marionetas

Amanhã Domingo estamos no Museu da Marioneta a participar na II Feira de Artesanato e Marionetas, integrada nas comemorações do Dia Internacional dos Museus.

Convidamo-vos a disfrutarem o programa com as vossas crianças, num Domingo mais cultural e animado:

Dia 16 de Maio / Domingo
***das 11h às 17h, no claustro: II Feira de Artesanato e Marionetas
Entrada livre
***das 11h30 às 12h30 - Atelier de construção de fantoches para famílias
(Gratuito, com marcação prévia)
***das 16h às 17h - Atelier de marionetas de sombra para famílias
(Gratuito, com marcação prévia)
***às 17h - espectáculo “Os Três Mosqueteiros”, integrado no FIMFA (Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas)
(mais info em: http://fimfalx.blogspot.com/2010/04/alfa-theatre.html)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

DECLARAÇÃO DE REVOLUCIONÁRIOS CULTURAIS

Os Revolucionários Culturais…

-vivem, agem e trabalham com e não contra a natureza
-sabem que a vida é demasiado complexa para ser entendida a nível intelectual
-criam e apoiam economias locais e auto-reguladas
-valorizam e protegem a diversidade de qualquer tipo
-valorizam e praticam a interdependência, uma vez que sabem que nada é realmente independente
-consideram-se equivalentes a todas as formas de vida
-protegem e apoiam a vida
-amam e apoiam incondicionalmente as crianças
-trabalham em si mesmo para uma maior consciencialização
-estão familiarizados com os princípios ecológicos e integrám-nos nas suas vidas
-consideram a música e a dança como uma parte integrante da sua expressão e da sua comunicação
-vivem numa terra animada de vida e consideram-na como algo sagrado
-entregam-se e comprometem-se em benefício da sua comunidade
-sabem cultivar os seus próprios alimentos
-experienciam e apreciam a sua percepção sensorial
-celebram a vida
-cooperam
-deixam de pensar de forma “x ou x” para pensar de forma “x e x”
-partilham conhecimentos
-integrar o estar em processo como uma forma de ser e estar
-não se identificam com o seu corpo, nem com os seus pensamentos ou emoções
-vêem a mente como uma ferramenta
-apercebem-se de que não existe Bem ou Mal
-não se identificam com qualquer tipo de rótulo ou categoria social, nem com o seu passado ou o seu futuro
-estão conscientes de que a essência de quem eles são é a própria vida
-assumem a responsabilidade pelas suas emoções
-estão conscientes e valorizam as suas relações com tudo o que de vivo e aparentemente não vivo os rodeia
-valorizam e integram a sabedoria das mulheres
-valorizam e integram a sabedoria das culturas indígenas
-participam e investem em construir relacionamentos no lugar onde vivem
-valorizam o conhecimento generalista
-estão cientes que a mudança é um dos princípios fundamentais da evolução
-trabalham para a diversificação e descentralização
-evoluem do estado de consumidores dependentes para o de produtores responsáveis
-estão à procura de formas pelas quais os seus interesses e os seus talentos se possam desenvolver
-resistem e eventualmente desobedecem a qualquer lei que ilegalize formas de auto-governo, auto-produção e sustentabilidade
-estão informados sobre o actual sistema monetário e identificam-no como uma forma contemporânea de escravidão
-identificam e boicotam monoculturas biológicos, culturais, sociais e filosóficas
-boicotam monopólios de qualquer tipo
-questionam quem quer que promova uma única solução
-valorizam a ética ambiental e humana sobre qualquer tipo de maximização de lucros
-boicotam empresas e bancos que operem com fins puramente lucrativos e de maximização de lucros
-estabelecem terras e florestas como bem comum
-estabelecem a água como bem comum
-estabelecem a biodiversidade e o conhecimento como bem comum
-estão conscientes de que todo o tempo participam no processo de co-criação
-permitem que a vida se desenvolva através deles

Fonte: http://fogosagrado.spaceblog.com.br/r24161/Nova-Terra-Instrucoes/

domingo, 17 de janeiro de 2010

Noites Utópicas em Torres Vedras



Divulgamos um convite interessante que recebemos...
 
A urgência de autonomia (e liberdade) cultural em debate nas Noites Utópicas
«O que de pior acontece de momento é que só há tempo ou velocidade ou passagem do tempo, mas não há espaço. É preciso criar espaços e ocupá-los, contra esta aceleração. Só daí pode vir a cultura – ou qualquer forma nova de tragédia – de um espaço que reaja à ditadura do tempo sem tempo, e que só pode ser um espaço dos vencidos: os vencedores nunca produziram cultura.» Heiner Müller




O CICLO NOITES UTÓPICAS pretende ser uma clareira de encontro e de debate aceso, sem receio de polémicas e visando a construção do consenso possível, aberto à multiplicidade de identidades, subjectividades ou mundividências culturais e artísticas.
Até quinta, apareçam e tragam mais achas para a fogueira!  :)